Haste trocantérica de titânio Veronail

A haste trocantérica de titânio Veronail™ combina as vantagens das hastes intramedulares com alta estabilidade cefálica. Seus parafusos cefálicos de eixo duplo permitem a colocação parafusos deslizantes paralelos ou de parafusos de bloqueio convergentes, fornecendo ao cirurgião uma haste para tratar até mesmo as fraturas pertrocantéricas mais difíceis.

 

Características e vantagens

O diâmetro proximal e distal permite a inserção percutânea sem fresagem na maioria dos pacientes idosos. A característica exclusiva que o distingue de outros sistemas de eixo duplo é a configuração alternativa dos parafusos cefálicos, com dois parafusos paralelos deslizantes ou com dois parafusos convergentes bloqueados na haste. Portanto, o cirurgião tem um implante versátil para tratar todos os tipos de fraturas trocantéricas. Os instrumentais são completos e oferecem estabilidade adequada para a reabilitação precoce.

  • Os diâmetros distal de 10 mm e proximal de 15 mm minimizam o risco de danos da entrada trocantérica e permitem a inserção percutânea sem fresagem
  • Instrumental contido em uma única bandeja
  • Preservação da parede lateral por meio de dois pequenos parafusos cefálicos
  • Estabilidade rotacional
  • Força biomecânica aumentada
  • Haste e parafusos de bloqueio de titânio

Indicações

  • Parafusos de bloqueio convergentes são utilizados para tratar de fraturas instáveis 31.A3 conforme a classificação AO, onde os parafusos cefálicos não cruzam a linha da fratura. Recomenda-se o bloqueio distal dinâmico para fraturas 31.A3.
  • Parafusos paralelos deslizantes são utilizados para tratar de fraturas 31.A1 e 31.A2 conforme a classificação AO para fraturas, onde os parafusos cefálicos cruzam a linha da fratura para permitir a impactação controlada. O bloqueio distal estático é opcional para fraturas 31.A1 e recomendado para fraturas 31.A2.

Contraindicações

  • Infecção ativa ou latente na área afetada.
  • Quadros clínicos gerais, incluindo: suprimento sanguíneo deficiente, insuficiência pulmonar (como SARA, embolia gordurosa).
  • Pacientes que não estejam dispostos ou não sejam capazes de seguir as instruções de cuidados pós-operatórios.
  • Pacientes obesos.
  • Alergia ou intolerância suspeita ou documentada a metais.
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